Dos últimos dias

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Ando lendo muitos blogs pessoais e senti saudade de escrever num estilo mais diarinho. Isso me permite postar aqui mesmo quando eu não tiver um assunto incrível que vai mudar a vida de vocês na cabeça. So, let's dale.


Ontem eu peguei o famigerado trânsito pra voltar do estágio pra casa. Não havia nada pra fazer dentro do 137-Pantanal Norte além de terminar de ler Memoria de mis putas tristes, do Gabriel García Márquez. Não se compara a Cem anos de solidão, mas peguei emprestado na biblioteca da universidade porque tô querendo aprender espanhol. Foi bem fácil ler, mesmo que eu não saiba falar nada além de mi casa su casa shakira shakira. 

Como deu pra notar, tenho me dedicado a aprender espanhol. Baixei o Duolingo, que é um app bem prático pra quem não tem muito tempo. Dia desses eu entrei no letras.terra e aprendi um monte de música - ainda preciso ler a letra, mas pelo menos agora vai sair algo legível da minha boca quando eu tiver nas festinha. Sem contar que aprendi outras músicas da Shakira - o que considero um nível levemente elevado.

Há alguns dias, terminei de assistir Master of None e meu deus do céu que série socorro. Até 80% da segunda temporada, era apenas um seriado tranquilinho pra assistir de boas depois de um dia árduo pertencendo ao proletariado nacional, mas O QUE FOI O FINAL DA SEGUNDA TEMPORADA? Se alguém também viu, por favor, me abraça. Preciso falar melhor sobre essa série - e sobre o livro do Gabo também -, talvez no próximo um de cada, ou numa resenha separada pra cada um.

Acho que dá pra encaixar nesse resumo uma coisa que achei que nunca fosse dizer nessa vida: comecei a academia. Sempre foi um ambiente do qual não me via parte - eu era o tipo de aluna que levava mp3 com hits emo pra aula de educação física pra ouvir escondida atrás do muro. Acontece que esse ano eu mudei bastante a forma como lido com minha alimentação, então achei coerente começar a me exercitar também. Tentei começar a correr na pista de atletismo que tem na ufsc, mas quando chovia era complicado ir. Foi quando minha mãe me ligou pelo whats. Mariany, vai logo se matricular na academia. Tabom, eu respondi. No dia seguinte, já tinha feito aula experimental e tudo. Fui tão bem recebida e me senti tão bem depois que saí de lá que sinto que minhas bads não voltarão tão cedo. 

Ah, tenho ouvido isso mais do que achei que fosse ouvir. E isso aqui também. Obs: nunca gostei dessa cantora. Mas. Gente. Não tá tendo como.

De resto, acabei de passar um café muito fraco, mas tô com muita preguiça de fazer outro. 

Manie
estudante de jornalismo, escritora por amor e professora nas horas vagas. 23 anos, moro em Floripa com meu companheiro e tomo muito café. amo cheiro de livro velho e sou gamada numa biblioteca. adoro vinho barato, noites frias. sou rolezera, mas também gosto de ficar em casa de buenas fazendo sopa.

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